Até quando terei de ouvir
suas palavras caladas?
Até quando me apegarei ao caminho
para ver suas pegadas?
Até quando contarei as horas
que não passam tão cedo?
Até quando dormirei mais tarde
para iludir o medo?
Até quando olharei para trás,
à procura do futuro?
Até quando acenderei a luz da ilusão
para me proteger no escuro?
Até quando ouvirei a mesma música,
pensando que é a sua voz?
Até quando fingirei não saber que eu e você
não somos mais nós?
suas palavras caladas?
Até quando me apegarei ao caminho
para ver suas pegadas?
Até quando contarei as horas
que não passam tão cedo?
Até quando dormirei mais tarde
para iludir o medo?
Até quando olharei para trás,
à procura do futuro?
Até quando acenderei a luz da ilusão
para me proteger no escuro?
Até quando ouvirei a mesma música,
pensando que é a sua voz?
Até quando fingirei não saber que eu e você
não somos mais nós?
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirMuitas vezes...muitos
ResponderExcluirAté quando bater no meu coração o sangue quente e incontrolável, até quando me pulsar nas veias vontades e desejos, loucos, desvairados, até quando a razão me deixar sonhar, sonharei com um "nós" que talvez nunca tenha existido... Será?
ResponderExcluirMuito bonito, me fez pensar sem juízo =)
Beijos
Será, Alice. Bj
ResponderExcluir