Haveria mais vaidade que desejo?
Avarias...quase cem
Confissão disfarçada num gracejo
O que havia?
O que é que tem?
Você promete de boca
Isso não me convém
Eu não durmo de touca
O que havia?
O que é que tem?
Você conquista a esquina
Quero ir mais além
Na hora H, você afina
O que havia?
O que é que tem?
Nem mesmo da liberdade
é agradável ser refém
Rola um clima entre a mentira e a verdade?
O que havia?
O que é que tem?
Avarias...quase cem
Confissão disfarçada num gracejo
O que havia?
O que é que tem?
Você promete de boca
Isso não me convém
Eu não durmo de touca
O que havia?
O que é que tem?
Você conquista a esquina
Quero ir mais além
Na hora H, você afina
O que havia?
O que é que tem?
Nem mesmo da liberdade
é agradável ser refém
Rola um clima entre a mentira e a verdade?
O que havia?
O que é que tem?
Nem mesmo da liberdade é agradável ser refém, sou minha própria seqüestradora, mas não quero ser de ninguém. Não quero te prender ao meu lado, não quero nenhum refém, não quero ser só dele, não quero ser de ninguém. Não queremos deixar de ser livres, mas não quero o perder também. A verdade e a mentira se revezam entre pontos de vista, vejo mentiras porque quero, sem verdades conformistas. Talvez tenha enlouquecido, perdido de vez a noção, viajo em lindas palavras, deixo livre o coração. Beijos!
ResponderExcluirVocê sublinhou metaforicamente a alma do poema, pois não vale a pena que não permite o voo. O ouro de tolo que só serve a ele, pois é poeira que obscurece a visão.
ResponderExcluir"Confissão disfarçada num gracejo..."
ResponderExcluirEntremeios... entre olhares... entrelinhas...
ah!... rola um clima...
Beijo.
Outro, Caroline.
ResponderExcluirGostei do seu espaço de cogitações poéticas.
Porque não ficou pra seguir comigo?
ResponderExcluirSeria uma honra!
Beijo.
Não estou seguindo?
ResponderExcluirAlgo aconteceu, então...seguirei!
Bj