Preparo meus versos crus e destemperados na panela de expressão.
terça-feira, 9 de maio de 2017
Entre o azul e o vermelho
Cismo em viver diferente das ostras,sem ostracismo. Aliás, é lilás e sísmico o meu viver, pois há tremores, tambores e amores que sacodem todas as perspectivas em que acredito. Entre o azul e o vermelho, diante e atrás do espelho, eu jamais me repito.
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Gente
Gente, é urgente!
Deixar rolar, fluir, sem deter gente.
Gente, é urgente!
Desenrolar, influir, sem fugir do que urge na mente.
Gente, é urgente!
Soltar os gritos, para não ficar só...nos ritos de sempre.
Gente, é urgente!
Sair dos trilhos e descobrir trilhas, milhas e milhas, muito mais que migalhas somente.
Deixar rolar, fluir, sem deter gente.
Gente, é urgente!
Desenrolar, influir, sem fugir do que urge na mente.
Gente, é urgente!
Soltar os gritos, para não ficar só...nos ritos de sempre.
Gente, é urgente!
Sair dos trilhos e descobrir trilhas, milhas e milhas, muito mais que migalhas somente.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Onde já se "vil"?
Estremeço diante da instabilidade contemporânea.
Crises sistêmicas abalam os alicerces da economia, da política, da fé na vida, da confiabilidade em instituições e intuições.
Lunáticos (nenhuma referência à Lua) aplaudem incendiários ensandecidos.
Falsos ingênuos justificam os desmandos e mazelas, ao entendimento de que "é assim mesmo, sempre foi assim".
Ora, ora!
Aderir ao discurso (e prática) de indivíduos patologizados, portadores de dores que não revelam, que não suportam é abrir as portas ao caos da intolerância, desamor.
Combater a violência com violência?
Isso não resiste à análise perfunctória de um primeiro-anista de Psicologia ou Filosofia. Perdoe-os, Gandhi ("olho por olho e o mundo acabará cego"), eles não sabem o que dizem.
Quanto ao determinismo das coisas, sinto muito, mas isso tem o péssimo hálito da "identificação sorrateira", espécie de investimento tenebroso e pernicioso na eternização das iniquidades.
Só beneficiários contumazes ou candidatos a tal passariam a mão na cabeça dos que perdem a cabeça diante do vil metal.
Crises sistêmicas abalam os alicerces da economia, da política, da fé na vida, da confiabilidade em instituições e intuições.
Lunáticos (nenhuma referência à Lua) aplaudem incendiários ensandecidos.
Falsos ingênuos justificam os desmandos e mazelas, ao entendimento de que "é assim mesmo, sempre foi assim".
Ora, ora!
Aderir ao discurso (e prática) de indivíduos patologizados, portadores de dores que não revelam, que não suportam é abrir as portas ao caos da intolerância, desamor.
Combater a violência com violência?
Isso não resiste à análise perfunctória de um primeiro-anista de Psicologia ou Filosofia. Perdoe-os, Gandhi ("olho por olho e o mundo acabará cego"), eles não sabem o que dizem.
Quanto ao determinismo das coisas, sinto muito, mas isso tem o péssimo hálito da "identificação sorrateira", espécie de investimento tenebroso e pernicioso na eternização das iniquidades.
Só beneficiários contumazes ou candidatos a tal passariam a mão na cabeça dos que perdem a cabeça diante do vil metal.
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