Sofia diz ao homem das estrelas: "Você foi precipitado"!
A filha de Sofia pergunta: "Ele é um príncipe, mamãe?"
Moral da história: o homem das estrelas é um "principitado".
terça-feira, 8 de junho de 2010
sorrisos sem nome
Acordei envolto em sorrisos anônimos, desconhecidos, pingentes.
Mas será preciso identificar, nomear, reconhecer, racionalizar?
Ao levantar, deixei-os sobre os travesseiros.
Mas eles, travessos, acompanharam-me até a porta do quarto e,
simplesmente...sorriram para mim.
Mas será preciso identificar, nomear, reconhecer, racionalizar?
Ao levantar, deixei-os sobre os travesseiros.
Mas eles, travessos, acompanharam-me até a porta do quarto e,
simplesmente...sorriram para mim.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
inventário de surpresas
"Hoje eu tive certeza. Não vou caber dentro de mim"
A frase, de autoria de Alex Polari, é a síntese do meu dia, do momento que me abraça e a dedico a vocês, com muito carinho!!
A frase, de autoria de Alex Polari, é a síntese do meu dia, do momento que me abraça e a dedico a vocês, com muito carinho!!
futuro do presente
Você me deu, de presente,
um presente sem fim...
Você me deu, de presente,
um presente pra mim...
Você me deu, represente,
nem pressente, assim...
Você me deu, de presente,
pra mim!!
um presente sem fim...
Você me deu, de presente,
um presente pra mim...
Você me deu, represente,
nem pressente, assim...
Você me deu, de presente,
pra mim!!
ainda há galos, noites e quintais
Não sei o que busco,
pois é brusco o encontro com o quase.
Não sei o que quero,
pois espero esperas sem fim,
feitas de anjos e feras, "jazzigo" e jardim.
Sou desejante e faltante,
errado e errante,
sou maio, sou raio e, por vezes,
fico fora de mim.
Mas não traio
o louco, o rouco anseio
de jamais fugir de mim.
pois é brusco o encontro com o quase.
Não sei o que quero,
pois espero esperas sem fim,
feitas de anjos e feras, "jazzigo" e jardim.
Sou desejante e faltante,
errado e errante,
sou maio, sou raio e, por vezes,
fico fora de mim.
Mas não traio
o louco, o rouco anseio
de jamais fugir de mim.
domingo, 6 de junho de 2010
existe um lugar...
Não repare nos silêncios,
cicatrizes das palavras,
não foi fácil contar histórias...
lá, de onde eu vim.
Não repare nas palavras,
hemorragia de desejos,
não foi fácil calar instintos...
lá, de onde eu vim.
Nã repare nos desejos,
vizinhos da loucura,
não foi fácil estancar os medos...
lá, de onde eu vim.
Não repare na loucura,
amante da razão,
não foi fácil remendar os sonhos...
lá, de onde eu vim.
Não repare nas razões,
que eu tenho pra te amar,
não foi fácil resgatar a vida...
lá, de onde eu vim.
cicatrizes das palavras,
não foi fácil contar histórias...
lá, de onde eu vim.
Não repare nas palavras,
hemorragia de desejos,
não foi fácil calar instintos...
lá, de onde eu vim.
Nã repare nos desejos,
vizinhos da loucura,
não foi fácil estancar os medos...
lá, de onde eu vim.
Não repare na loucura,
amante da razão,
não foi fácil remendar os sonhos...
lá, de onde eu vim.
Não repare nas razões,
que eu tenho pra te amar,
não foi fácil resgatar a vida...
lá, de onde eu vim.
Sintonia
Esperei,
quando a espera se esgueirava, clandestina
Esperei em cada olhar,
esperei em cada esquina.
Esperei acordado,
quando todos já dormiam,
esperei ancorado,
quando os barcos já partiam.
Esperei nas grutas,
nas insanas madrugadas,
esperei nas lutas,
nas entranhas das jornadas.
Esperei nos gritos
que o silêncio amordaçou,
esperei nos mitos
que a razão já desprezou.
Esperei sentado
contemplando a escuridão,
esperei cansado, enganando a solidão.
Esperei, de pé,
mal contendo a ansiedade,
esperei, até,
desaprendendo a ter saudade.
Esperei, de uma vez,
todo encanto e poesia,
esperei, talvez, o que não mais se espera,
hoje em dia.
Esperei, enfim,
e esperaria por mais vidas,
e ainda espero...
para lhe dar as boas vindas.
quando a espera se esgueirava, clandestina
Esperei em cada olhar,
esperei em cada esquina.
Esperei acordado,
quando todos já dormiam,
esperei ancorado,
quando os barcos já partiam.
Esperei nas grutas,
nas insanas madrugadas,
esperei nas lutas,
nas entranhas das jornadas.
Esperei nos gritos
que o silêncio amordaçou,
esperei nos mitos
que a razão já desprezou.
Esperei sentado
contemplando a escuridão,
esperei cansado, enganando a solidão.
Esperei, de pé,
mal contendo a ansiedade,
esperei, até,
desaprendendo a ter saudade.
Esperei, de uma vez,
todo encanto e poesia,
esperei, talvez, o que não mais se espera,
hoje em dia.
Esperei, enfim,
e esperaria por mais vidas,
e ainda espero...
para lhe dar as boas vindas.
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