Quero percorrer tuas estradas, feitas de pegadas
e de paisagens que se soltam com generosidade.
Ouvir teus caminhos, acariciar os espinhos que
os protegem, conversar com as nuvens em que
repousam tuas vontades adormecidas, convencê-las
de que poderão confiar a mim algumas delas, para que
despertem em segurança.
Quero provar dos frutos de tua imaginação e distribuir
as sementes por toda parte, para que haja mais arte
no mundo.
Mas não quero emoldurar teu sorriso. Pássaros cantam
muito mais bonito fora de gaiolas. Tuas palavras livres
têm o som de violas e é assim que encantas. Violando
tabus, contrariando a cartilha, realizando a partilha do
que colhemos em nós.
e de paisagens que se soltam com generosidade.
Ouvir teus caminhos, acariciar os espinhos que
os protegem, conversar com as nuvens em que
repousam tuas vontades adormecidas, convencê-las
de que poderão confiar a mim algumas delas, para que
despertem em segurança.
Quero provar dos frutos de tua imaginação e distribuir
as sementes por toda parte, para que haja mais arte
no mundo.
Mas não quero emoldurar teu sorriso. Pássaros cantam
muito mais bonito fora de gaiolas. Tuas palavras livres
têm o som de violas e é assim que encantas. Violando
tabus, contrariando a cartilha, realizando a partilha do
que colhemos em nós.