Não me interprete mal
Quantas luas estiveram lá no céu
Procurei por elas até no jornal
Juro que eu preferia uma lua de mel
Pela manhã, a neblina levanta
Da janela, não vejo seu sorriso
Como entender essa falta tanta
Mas sei que prosseguir é preciso
Você mal me interpretou
As nuvens comeram as luas
E afinal, quem eu sou?
Eu fui as canções que eram suas
Levanta antes das manhãs
As janelas sorriem, sem me ver
Faltou entender as coisas vãs
Preciso me seguir até você
"Preciso me seguir até vc."
ResponderExcluirEssa frase parece que descreve meu jeito de amar. Gostaria de tê-la escrito... rs.
Adoro teus poemas. Hélcio, volta lá no Chocolate pq eu ainda não tinha acabado a postagem. Quero que vc veja o que faltava. Beijokas.
Hélcio,quantas luas nos fizeram buscar,quantas luas se ocultaram de nós,porém precisamos continuar buscando-as sejam elas quem for ou onde estiverem.Seus poemas estão sempre na profundidade,nas entrelinhas se encontra o que nossa alma busca.Um grande abraço!
ResponderExcluirVoltei, Lua e outras vezes o farei, pois teu espaço é poesia pura!
ResponderExcluirE essa busca é como as luas, Marli, incessantes e sempre novas (mesmo que minguantes ou cheias).
ResponderExcluirAi que lindoooooooo!!
ResponderExcluirVocê arrasou!!
JÁ ESTOU TE SEGUINDOOO!!
Beijos!
Fico feliz por vc ter gostado, Aline. Seja bem vinda!
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