sábado, 10 de julho de 2010

o som da soma

S  etembro, para os cabelos
O  ásis, para os olhos
M  adrugada, para a boca

A  lma, para o corpo inteiro

19 comentários:

  1. Setembro me reserva suas flores mais malignas.

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  2. É mesmo? A primavera é tão pródiga em flores, nenhuma te é benigna?

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  3. Uma bela SOMA, poeta!!!

    Helcio, muitas vezes, entro em blogs tão queridos como o seu, e tenho uma mania de relacionar o que foi postado com alguma coisa que tenha me tocado, mesmo que nem tenha muito a ver, mas é um hábito tão meu.
    Lendo as lindezas que vc escreve aqui, deu vontade de deixar algo do Quintana pra ti!


    Teus poemas, não os dates nunca.. Um poema.
    Não pertence ao Tempo... Em seu país estranho,
    Se existe hora, é sempre a hora extrema
    Quando o Anjo Azrael nos estende ao sedento
    Lábio o cálice inextinguível...
    Um poema é de sempre, Poeta:
    O que fazes tu hoje é o mesmo poema
    Que fizeste em menino,
    É o mesmo que,
    Depois que tu te fores,
    Alguém lerá baixinho e comovidamente,
    A vivê-lo de novo...
    A esse alguém,
    Que talvez não tenha ainda nascido,
    Dedica, pois, teus poemas.
    Não os dates porém:
    As almas não entendem disso...

    Obrigada por enfeitar (Tantas vezes), meus olhos com tão belos escritos!

    Te abraço, te gosto!

    Bom domingo! Aproveite bem!

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  4. Lindo o teu setembro. o teu oásis, a tua madrugada,
    corpo inteiro, principalmente a tua alma.

    Beijos!

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  5. que demais.....me pergunto como vc cehgou a esse número perfeito.

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  6. Madrugada na boca é sem-fim!

    Belezura, Helcio!

    Beijoca

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  7. Sil, palaveras sublimes.
    Semana iluminada para vc!!

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